E pensar que aqui o Rio São Francisco desabou na Cachoeira de Casca D’Anta logo ali atrás. É rio novo, fazendo um barulhinho calmante por entre as milhares de pedras, de todas as formas e tamanhos. Pedras que se olham no espelho d’água, encantando quem as admiram. A mata ciliar enfeita-lhe a margem, com toda a espécie arbórea do cerrado. Algumas flores aqui e ali no mar verde das folhas primaveris. O sol está a pino, mas é impossível aquecer as águas geladas das cachoeiras mineiras. Rio de serra, brotando na Canastra, dá um salto magistral como “menino arteiro”! Mas por aqui, tudo é calmo, calmo, calmo… E eu rio… rio… rio…