Era pra ser um ímã de geladeira,
Se não tivesse caído nas mãos do artista,
Que imaginou transformá-lo num quadro…
Pedaço de madeira, formão, furadeira, mãos e coração:
Tudo trabalhando junto, inteligência e emoção…
Ao leque, presente europeu,
Incrustado na madeira brasileira,
Foi destinado à ideia de um ponto,
Ou muitos, para lembrar a infinitude.
Um ponto pode ser o fim
Como o início de tudo!
Cassia Caryne
(Dedico ao artista plástico Sérgio Monteiro de Castro, que presenteou-me com esta obra lindíssima!)